quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Poema no ônibus

Tu não terás do meu amor senão a calma. Sem os arroubos e os rompantes juvenis.  E não esperas que eu invada tua alma, pois meu querer se faz de formas mais sutis. Tu não verás no meu amor acodo e pressa, antes o lentom desdobrar de uma paixão que não explode no vazio de uma promessa, mas pouco a pouco há de inundar teu coração. Não há de ser o meu amor chama inconstante ou labeareda que se ergue desvairada e que em cinzas se transforma num instante. Mas serás empre enquanto vida me for dada, a flama firme que jamais se faz distante e espanta o frio da solidão indesejada.



Isso, nada mais é, do que um poema que eu li voltando do Vale, gostei e postei aqui. Desculpa ao autor por não conceder os devidos créditos, mas esqueci de anotar seu nome.

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