Nada pode me deprimir mais do que passar a semana inteira doente, de repouso. Na primeira oportunidade, tu pega toda a tua tensão por ficar presa em casa e põe para fora. Fiz isso: fui caminhando até o local que aplicaria a última injeção, das oito que precisei fazer para curar essa peste. A noite estava linda, uma brisa tocou meu rosto de leve, assim que coloquei o pé para fora. Olhei para o céu e, como se tivesse me mirando, lá estava uma das 'luas' mais bonitas dos últimos tempos.
É tudo culpa da Lua, sim. Se ela não estivesse tão estonteante eu não teria pensado um bucado de coisas, muito menos me perturbado tanto que viria me abrir aqui...
Fiquei pensando sobre as ações das pessoas, as suas escolhas e rumos. Não importa qual seja a decisão que a pessoa tome, bem no fundo ela só quer uma coisa: se proteger. O problema é que, para se proteger, você deve primeiro fugir. A defesa nunca ataca. Você foge das mágoas, das dores, da infelicidade, da incerteza, das desilusões... Você foge disso tudo fugindo de uma só coisa: o amor. Você foge por medo, não por que você acha que o amor não pode lhe proporcionar coisas boas, você tem medo de tentar, de arriscar e dar a cara a tapa.
'Quem roubou nossa coragem?'
E agora eu vejo você fazendo para si, o que eu não consegui fazer por mim. Algo que, na verdade, ainda estou bem longe de conseguir. Vejo você tendo coragem e eu aqui, sem conseguir saber se fiz as escolhas certas. E eu te vejo rir, mas eu queria poder rir junto, queria que você risse de mim. Não posso ser egoísta de novo e exigir das pessoas tantas coisas e não retribuir nada. Não posso, simplesmente, achar que 'estar ali' é o suficiente, por que não é! E agora eu vejo você bem, e eu só queria saber se isso tudo é de verdade.
sábado, 17 de setembro de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Estou recorrendo ao meu velho e bom 'grey april' porque não tenho ninguém que esteja interessado em me ouvir. Não que escrever aqui vai fazer alguma diferença, isso aqui nem ao menos vai me proporcionar uma sensação parecida com a de desabafar, mas preciso disso...
Seria tão mais fácil se as pessoas possuíssem duas coisas:
1º uma lixeira, com aquele mesma função 'esvaziar lixeira';
2º para aquelas pessoas que a lixeira não for o suficiente, teria também a opção reboot.
Acho que nesse momento, escolheria a segunda opção.
Seria tão mais fácil se as pessoas possuíssem duas coisas:
1º uma lixeira, com aquele mesma função 'esvaziar lixeira';
2º para aquelas pessoas que a lixeira não for o suficiente, teria também a opção reboot.
Acho que nesse momento, escolheria a segunda opção.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Tô com muito sono, mas tem algo me impedindo de ir deitar a cabeça no travesseiro e dormir.
Parafraseando Zé Ramalho, 'há meros devaneios tolos a me torturar'.
Já disse, estou me sentindo uma verdadeira maria-mijona!
Poxa, Paola, o que tá faltando? A resposta deveria ser 'nada' e, se eu tomasse um pouco de vergonha na cara, diria isso. Se eu não digo, quer dizer que eu tô procurando pelo em ovo?
Ora, e quando simplesmente não se sabe ao certo o que lhe falta?
Se é a presença de um amigo em especial ou se é o colo da mãe. Se é um sorriso recebido de graça ou um abraço de agradecimento. Se é o silêncio da sua solidão ou o seu quarto cheio de amor.
Eu não sei, eu, na verdade, não consigo saber.
Só queria conseguir, conseguir o que eu já desisti.
Parafraseando Zé Ramalho, 'há meros devaneios tolos a me torturar'.
Já disse, estou me sentindo uma verdadeira maria-mijona!
Poxa, Paola, o que tá faltando? A resposta deveria ser 'nada' e, se eu tomasse um pouco de vergonha na cara, diria isso. Se eu não digo, quer dizer que eu tô procurando pelo em ovo?
Ora, e quando simplesmente não se sabe ao certo o que lhe falta?
Se é a presença de um amigo em especial ou se é o colo da mãe. Se é um sorriso recebido de graça ou um abraço de agradecimento. Se é o silêncio da sua solidão ou o seu quarto cheio de amor.
Eu não sei, eu, na verdade, não consigo saber.
Só queria conseguir, conseguir o que eu já desisti.
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